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Grupo de animadores leva alegria a pacientes do Hospital Ophir Loyola

A terapia do riso ou mais conhecida como risoterapia é utilizada mundialmente como aliada na melhora rápida das condições de saúde. Além de ser contagiante, o riso libera substâncias antidepressivas que promovem a sensação de bem-estar, reduzem a ansiedade e o estresse e tornam as pessoas mais receptivas. E com esse propósito, o grupo “Os Enfermágicos” surpreenderam os pacientes do hospital Ophir Loyola na manhã desta quarta-feira (12), no ambulatório.

Coordenado por Marcos Trindade, o grupo, que existe desde 2014, é formado por seis acadêmicos de enfermagem da Universidade Federal do Pará (Ufpa). A estreia foi realizada durante as comemorações pelo aniversário da universidadee no final daquele ano e as atividades lúdicas e educativas tiveram início em janeiro de 2015.

“A gente atua com o riso e a música, mas também com educação e saúde. A gente usa tecnologias educativas para falar sobre qualquer tema por meio de brincadeiras, jogos e brindes e assim promover o alívio da dor, já que o riso traz inúmeros benefícios ao ser humano”, disse Ana Caroline Batista.

Cada integrante tem um papel dentro das ações educativas, como a Enferconto a quem cabe o papel de contadora de histórias para crianças. O grupo já tem parcerias fechadas com algumas instituições, mas também faz apresentações por demanda espontânea. Ainda sem vínculo com a universidade, os integrantes pretendem posteriormente transformar “Os enfermágicos” em um projeto de extensão.

No Ophir Loyola, a descontração foi garantida pelo Enfermágico, Enfergênia e Enferhappy, personagens de Marcos Trindade (35), Ana Caroline (24) e Patrícia Pantoja (30), respectivamente. A visita foi aprovada pelos pacientes e acompanhantes que interagiram com o grupo.

Um deles é Raimunda Vieira, 85 anos, que se prepara para receber um transplante de córnea e estava ansiosa enquanto aguardava pela consulta com o anestesiologista. “Achei uma atitude linda, especialmente por se apresentarem para pessoas que precisam de alegria. É realmente importante ter algo que dê animo e levante a autoestima da gente e modifique o ambiente hospitalar”, disse.

A dona de casa Madalena Silva, 56 anos, é filha de dona Raimunda e foi quem a trouxe para mais perto das brincadeiras. “ Às vezes estamos tão deprimidos e ações como essa trazem energia positiva e força para ela que vai passar por todo o processo de cirurgia”, acrescentou.

A coordenadora da Divisão de Eventos Socioculturais, Sildete Cruz, sempre busca manter parcerias para trazer entretenimento para o público interno.  “É interessante fazer um trabalho tão positivo com os adultos, porque a alegria não tem idade”, destacou.

 

Por Leila Cruz

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